Falar de favela ainda desperta paixões imediatas, quase sempre distorcidas. Ou é o peso das manchetes negativas que reduzem territórios inteiros a estatísticas de violência, ou é o desconforto diante de qualquer tentativa de reconhecimento, como se celebrar conquistas fosse sinônimo de romantizar a pobreza.
Entre a polarização e a valorização dos territórios periféricos
