Em abril deste ano, o FT publicou uma coluna minha sobre um “deepfake” no Instagram, uma das plataformas da Meta. Um ex-colega havia me alertado sobre isso em março, porque o vídeo falso fingia ser eu. Mas esse Martin Wolf dava conselhos de investimento, algo que eu jamais faria. O FT convenceu a Meta a retirar o conteúdo. Mas ele logo reapareceu. Estávamos jogando “whack-a-mole” com golpistas.